Se há uma coisa que eu gosto e uma que eu tenho raiva é raspadinha.
A raspadinha que eu gosto é aquela de beber. De vários sabores: morango, uva, laranja, tangerina. Aquele gelo moido com sabor, que é bem gelado. Tão gelado quanto uma tigela de açaí gelada. Congela o cérebro. Gela a guela. Mas que é gostoso, isto é.
Agora a raspadinha que me dá raiva é aquela que se compra na loteria. Um simples cartãozinho coberto com um desenho que tem que usar uma moeda ou alguma coisa sem ponta pra raspar. E quando raspa aquele desenho, tem que achar uma trinca destes valores: R$1,00, R$2,00, R$90,00, R$10,00 e o prêmio de R$60 mil. E é frustante. Você raspa aquilo e raramente tem sorte de formar uma trinca de R$2,00 ou de R$1,00. E nada de R$60 mil. Se você acha este ultimo e ainda acabando de raspar, a gente fica torcendo pra achar o terceiro valor de R$60 mil pra formar a trinca. Na hora de terminar de raspar...
AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhh, que raiva.
E não é só aquela raspadinha de loteria. Tem aquelas raspadinhas promocionais, que a gente raspa, esperando levar um prêmio daqueles e quando termina de raspar, acaba levando um brinde mixuruca. De duas, uma: ou é conspiração ou eu sou azarada.
E depois dessa frustação, só me resta esfriar a cabeça com raspadinha (de beber).
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