Depois de tanto tempo, decidí voltar à frequentar o Centro Espírita Perseverança. Confesso que, por motivos de força maior, deixei de ir ao lugar.Mas a vida me pedia para voltar de qualquer jeito. Preciso organizar minha vida a todo custo. Espiritualmente falando! Só não sabia que eu iria num dia bem especial.
O pessoal do Perseverança estava organizando uma festa maravilhosa, homenageando o padrinho da casa, Dr. Bezerra de Menezes. Aliás, devo minha vida à ele, que, junto com Deus, com Jesus e com minha mãe, estiveram comigo na cirurgia da retirada de fibroadenomasbenigno dos seios, que ocorreu em novembro de 2007. E eu não sabia que iria ter festa. Decidí ficar e curtir.
Fiquei me espalhando pelas barracas cheias de comida e bebida, brincadeiras, brechó, músicas. E o pessoal que organiza a festa, que ocorre todo ano, organiza muito bem. Quero parabenizá-los pela ótima festa em homenagem ao Dr. Bezerra. E também a Guiomar, presidente da casa.
Só vou ficar devendo as fotos do local, pois não estava com cabeça para tirar fotos. Queria mais era curtir a festa.
Aproveitei que o salão Dr. Bezerra de Menezes estava aberto e mandei meus pedidos, fiz minhas orações para minha família e tudo mais.
Degustei quase todos os quitutes da festa. Começei pelo yakissoba (não querendo me gabar, mas sou boa em comer com hashis), depois pelo temaki, na barraca do Yakissoba House. Estavam ótimos!! E depois experimentei o famoso tchai indiano e o chá de hibisco na barraca indiana. Em seguida tomei uma casquinha de sorvete de abacaxi. Dei um tempo e fiquei sentada numa sombra, no final da rua, perto do palco. Em seguida, comprei um churrasco para finalizar a "sessão comilança" e, com os tickets que sobraram (lá na festa, você compra uma certa quantidade de tickets que precisar para comprar as coisas por lá), comprei umas coisinhas de lembrança para meus primos.
A festa estava tão boa que eu não queria ficar sozinha no meio da multidão. Liguei várias vezes para minha avó para ela vir também, com as tias e os priminhos. Mas como a vó é um pouco chatinha para querer sair e como a minha prima Aimée estava doente, não quis vir. Beleza! Curti praticamente sozinha. Praticamente, porque encontrei a Juliana, uma amiga minha que é trabalhadora do Perseverança. Só em dia de festa é que ela está lá, mas geralmente ela trabalha durante a semana na casa. E ela ficou espalhada na festa, mais ajudando no evento.
E digo mais! Voltei a frequentar o Perseverança num dia certinho. Estou realmente precisando e custei demais para tomar esta atitude.
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