Ultimamente eu tenho ficado em dúvidas de muitas coisas, mais precisamente na minha vida afetiva e pessoal. Eu costumo ficar na dúvida quando eventos relacionados a estas coisas costumam acontecer e muitas vezes fico pensando em coisas que podem ou não ter algo a ver com o que acontece. Ou seja, eu fico achando que há sempre uma razão boa ou ruim para, por exemplo, um amigo não ter me convidado para sua festa. Passa pela minha cabeça a idéia de que ele esqueceu ou que ele fez de propósito. O que costuma relevar mais é a segunda opção, o que faz com que eu, preciptadamente, fico com raiva dele, sinta vontade de nunca mais falar ou olhar pra cara dele, coisas do tipo.
Mas depois eu volto atrás e revejo o primeiro conceito, o dele ter esquecido (ou alguma outra razão não-intencional da parte do amigo). Eu volto atrás no primeiro conceito porque, apesar da dúvida das desconhecidas circunstâncias, o amor que eu tenho por este amigo é maior do que qualquer dúvida. A voz da sua consciência afetiva parece falar mais alto em nossos ouvidos que nós estamos errados naquilo que pensamos sobre alguém ou alguma coisa e pede para não tirar conclusões erradas sobre isto. E nossas escolhas pode levar, ora para um caminho bom, ora para um ruim. Muitas vezes ruim. Muitas vezes acabamos reagimos de uma forma impensada.
O fato de tirar conclusões erradas sobre alguém ou alguma coisa costuma surgir do mais relevado e famigerado pensamento ruim. Este surge, diversas vezes, de uma fofoca ou modo de pensar alheio sobre as circunstâncias (aí é que devemos levar em conta de que nem mesmo a pessoa, que faz fofoca ou fala o que pensa, sabe o que realmente está acontecendo). Aí nossa cabeça fica naquela dúvida e ficamos num impasse mental e espiritual, tendo que escolher que conclusão tirar perante uma determinada situação. Se eu escolher perguntar a pessoa certa, aquela que sabe realmente o que está acontecendo, como funciona, como fazer e o que eu devo fazer, estarei escolhendo o caminho certo, um caminho seguro para seguir. Se eu escolher concluir que meu amigo não quis me convidar para a festa por que ele não gosta de mim, logicamente chegaria ao ponto de ficar com raiva ou magoada. Lembrando: guardar raiva ou mágoa de alguém ou alguma coisa dá câncer, está mais do que comprovado nesta matéria.
No fim, eu estaria seguindo um caminho torto na vida, que poderá me trazer más consequências. Isto se eu escolher tirar conclusões erradas aponto de guardar raiva.
Então, meu (minha) caro(a) amigo(a), antes que a dúvida queime demais sua cacholinha a ponto de tirar conclusões precipitadas e partir para a ignorância, leia isto e se analise melhor, bem devagar, bem relaxada. Pergunte a pessoa certa e esclareça sua dúvida, mesmo que seja aos poucos. Você se sentirá seguro(a). Até mesmo bem em seu estado de espírito. Eu fiz e estou bem.
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