Hoje comecei o dia com o primeiro dia de aula na faculdade. Estou agora fazendo curso de Letras. E hoje só tivemos que assistir a apresentações de TCC (Trabalho de Conclusão de Curso) apresentados por alunos veteranos, com uma banca examinadora avaliando os trabalhos. Isso para ter uma noção do que eu terei que fazer depois e como será a forma de fazer um TCC. Ainda bem que eu tinha trazido meu rádio MP3 para gravar pelo menos uma apresentação de TCC. É que eu tinha que sair cedo de qualquer maneira, pois agendei um horário para tirar meu passaporte (para usar, caso houver oportunidade de viajar).
Só que na hora de ir embora é que eu me lembrei de eu esqueci uma pasta preta que tinha a minha certidão de nascimento. Esqueci de levar na pressa de sair de casa para ir à faculdade. E você sabe que os atendentes da Policia Federal são um tanto rigorosos na hora de pedir os documentos originais.
Eu iria ligar em casa e pedir a minha tia, que também iria tirar o passaporte junto com minha prima Aimée, para pegar a pasta, mas ela já estava na porta da faculdade me esperando. Acabei tendo que explicar a situação para ela, que ficou chateada comigo e perguntando o que eu faria. Ela e a filha precisavam ir mais cedo, pois marcaram para um horário mais cedo que o meu, que seria à uma hora e quinze da tarde. O máximo que eu tinha era estar em quinze minutos antes do horário marcado. Daí a tia teve a idéia de me pagar um taxi para ir rapidinho a minha casa e pegar a pasta.
A sorte é que eu peguei um carro com um taxista muito gente fina. Atendia pelo nome de Carlos, que sempre fica no Largo do Paissandu. Ele foi muito gentil em me ajudar, pois só me cobrou a ida para a minha casa. Porém fez questão de me levar de volta até o Largo do Paissandu sem cobrar nada por isso. Até porque ele tinha que pegar outro cliente. Então foi uma troca de favores. Ele faz bem o seu trabalho. Então da próxima eu vou pegar este taxista quando eu estiver próxima do Largo e com um bom dinheiro na mão.
Do Largo, peguei um ônibus que eu precisava pegar para chegar até o prédio da PF. Minha tia e Aimée já estavam lá na fila de espera, prontas para fazer o passaporte.
Chegando à porta do lugar, um policial me pediu para dar a volta na lateral de um carro da penitenciária, onde estavam saindo alguns detentos (logicamente você percebe que são mesmo ao ver algemas em seus pulsos). Depois fui à sala de espera para aguardar minha vez.
Só que nem bem a tia e a prima estavam na fila com outras pessoas, o sistema parou.
Demorou mais de uma hora para resolver o problema. E neste meio tempo, sentada na cadeira da sala, me aparece uma pessoa muito conhecida na TV. Trata-se de ZECA CAMARGO!
É isso mesmo. Eu vi o cara (aparentemente meio cheinho) perto do guinchê e depois entrando numa porta. E eu custei para reconhecê-lo. Ia perguntar para uma moça que estava sentada ao meu lado, mas antes que eu dissesse alguma coisa, ela já me confirmou que era ele mesmo. E, claro, fiquei embasbacada. Pensei: que falta faz uma câmera digital nestas horas! Daí eu postaria aqui, como prova do que eu realmente ví. Arriégua, que raiva!
E a moça comentou sobre a aparência dele: “dizem que a TV não engorda, emagrece. Mas este está um pouquinho gordo!”. Engraçado, não é?
Depois que o sistema voltou, consegui tirar meu passaporte. Mas ainda tinha que passar em outro lugar: o cartório eleitoral. Fui convocada pela quinta vez para prestar serviço de mesário de justificativa. Brincadeira...
Mas fazer o quê? É um dever que terei de cumprir e espero que seja a ultima vez.
Na volta para casa, tinha um sujeito maluco que falava sozinho e repetia as mesmas frases.
E depois me passa outro sujeito resmungando no meu ouvido. Uma senhora, que viu aquilo, chegou até mim e perguntou se eu me assustei. Eu disse que nem um pouquinho, até porque é algo que, por mais que seja absurdo, para mim é corriqueiro ter gente que fala sozinha. Eu mesma me pego falando ou rindo sozinha. É a minha forma de extravasar meus pensamentos loucos.
Mas tudo tem um limite: não faço isso na frente de todo mundo. Procuro disfarçar para ninguém que passasse por mim me tacharia de louca.
Só que na hora de ir embora é que eu me lembrei de eu esqueci uma pasta preta que tinha a minha certidão de nascimento. Esqueci de levar na pressa de sair de casa para ir à faculdade. E você sabe que os atendentes da Policia Federal são um tanto rigorosos na hora de pedir os documentos originais.
Eu iria ligar em casa e pedir a minha tia, que também iria tirar o passaporte junto com minha prima Aimée, para pegar a pasta, mas ela já estava na porta da faculdade me esperando. Acabei tendo que explicar a situação para ela, que ficou chateada comigo e perguntando o que eu faria. Ela e a filha precisavam ir mais cedo, pois marcaram para um horário mais cedo que o meu, que seria à uma hora e quinze da tarde. O máximo que eu tinha era estar em quinze minutos antes do horário marcado. Daí a tia teve a idéia de me pagar um taxi para ir rapidinho a minha casa e pegar a pasta.
A sorte é que eu peguei um carro com um taxista muito gente fina. Atendia pelo nome de Carlos, que sempre fica no Largo do Paissandu. Ele foi muito gentil em me ajudar, pois só me cobrou a ida para a minha casa. Porém fez questão de me levar de volta até o Largo do Paissandu sem cobrar nada por isso. Até porque ele tinha que pegar outro cliente. Então foi uma troca de favores. Ele faz bem o seu trabalho. Então da próxima eu vou pegar este taxista quando eu estiver próxima do Largo e com um bom dinheiro na mão.
Do Largo, peguei um ônibus que eu precisava pegar para chegar até o prédio da PF. Minha tia e Aimée já estavam lá na fila de espera, prontas para fazer o passaporte.
Chegando à porta do lugar, um policial me pediu para dar a volta na lateral de um carro da penitenciária, onde estavam saindo alguns detentos (logicamente você percebe que são mesmo ao ver algemas em seus pulsos). Depois fui à sala de espera para aguardar minha vez.
Só que nem bem a tia e a prima estavam na fila com outras pessoas, o sistema parou.
Demorou mais de uma hora para resolver o problema. E neste meio tempo, sentada na cadeira da sala, me aparece uma pessoa muito conhecida na TV. Trata-se de ZECA CAMARGO!
É isso mesmo. Eu vi o cara (aparentemente meio cheinho) perto do guinchê e depois entrando numa porta. E eu custei para reconhecê-lo. Ia perguntar para uma moça que estava sentada ao meu lado, mas antes que eu dissesse alguma coisa, ela já me confirmou que era ele mesmo. E, claro, fiquei embasbacada. Pensei: que falta faz uma câmera digital nestas horas! Daí eu postaria aqui, como prova do que eu realmente ví. Arriégua, que raiva!
E a moça comentou sobre a aparência dele: “dizem que a TV não engorda, emagrece. Mas este está um pouquinho gordo!”. Engraçado, não é?
Depois que o sistema voltou, consegui tirar meu passaporte. Mas ainda tinha que passar em outro lugar: o cartório eleitoral. Fui convocada pela quinta vez para prestar serviço de mesário de justificativa. Brincadeira...
Mas fazer o quê? É um dever que terei de cumprir e espero que seja a ultima vez.
Na volta para casa, tinha um sujeito maluco que falava sozinho e repetia as mesmas frases.
E depois me passa outro sujeito resmungando no meu ouvido. Uma senhora, que viu aquilo, chegou até mim e perguntou se eu me assustei. Eu disse que nem um pouquinho, até porque é algo que, por mais que seja absurdo, para mim é corriqueiro ter gente que fala sozinha. Eu mesma me pego falando ou rindo sozinha. É a minha forma de extravasar meus pensamentos loucos.
Mas tudo tem um limite: não faço isso na frente de todo mundo. Procuro disfarçar para ninguém que passasse por mim me tacharia de louca.
Só sei que aconteceu coisas loucas e incríveis por hoje.
O que será do dia de amanhã?
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